A pior mãe do mundo? Discordo!
Ainda não sou pai.
Hoje pela manhã, quando folheava e jornal “Correio Popular (Campinas) a procura de alguma informação realmente útil e diferente do caso Sarney e dos resultados da rodada do domingão, me deparo com um artigo do Tadeu Fernando Fernandes intitulado “A pior mãe do mundo”. Fiquei intrigado, e o li.
Tratava-se do comentário deste sobre o caso que pelo que entendi virou noticias a algum tempo, sobre a mãe e escritora americana Lenore Skenazy ter permitido que seu filho, na época com 9 anos, realiza-se o feito de atravessar a cinzenta cidade de New York sozinho (fonte: Site Revista IstoÉ – www.terra.com.br/istoe/edicoes/2071/imprime144341.htm).
Pelo que entendi no artigo, e pesquisei posteriormente na internet, a pior mãe do mundo, na verdade é uma educadora de mão cheia, um exemplo, uma mãe.
Mas para variar os nada mercenários meios de comunicação (não todos), que precisam vender a cada dia seu pão adormecido, endurecido e embolorado por um preço supervalorizado, na data em que a escritora divulgou o evento, a criticam, atacando-a sanguinariamente. O que chamo de erro.
Primeiro: não sabe uma mãe o que é melhor para seu filho?
Segundo: o que o mundo tem haver com isso?
Terceiro: etc… etc… etc…
Vamos resumir para debatermos…
“[inicio] Lenore e seu marido, deixaram o filho de 9 anos de idade sozinho em um ponto da cidade de New York, com uma nota de US$ 20,00 algumas moedas. Caso precisa-se o garoto poderia pedir ajuda as pessoas na rua (fiquei confuso com o jeito que a revista IsotÉ traz essa informação, porque pode ser interpretada de duas formas: o garoto poderia pedir ajuda a família ou aos estranhos na rua, aqui considero a segunda opção). Sua missão, era pegar um metrô e um ônibus para chegar em casa, percurso que já teria feito n.10n vezes com seus pais. [fim]”
Com 9 anos!? Em minha curta existência errante, já vi casos de crianças de 9 anos que se viram muito bem sozinha enquanto os pais mal remunerados trabalham dia e noite para levar alimento para dentro de casa. Mas isso, no Brasil do povão, claro.
As questões repetidamente levantadas para debate são:
- O quão perigo isso representa?
- Quais os prós da atitude de Lenore?
- Quais os contras?
- Você faria o mesmo com seu filho?
- O quão a superproteção dos país pode prejudicar uma criança?
- etc… etc… etc…
Concordo (em partes) com o Tadeu Fernandes, do Correio Popular.
Em suma… Liberdade com responsabilidade, traz mais benefícios que malefícios!
Assim como alguns de nós são país, todos um dia fomos filhos e como filhos, mesmo aqueles mais experientes, nos lembramos do que nossos pais fizeram por nós, e hoje conseguimos pesar o que nos ajudou ou atrapalhou… Vamos trocar experiências…
P.S: Não consigo me lembrar de nada muito marcante que tenha acontecido comigo, mas assim que lembrar compartilho com vocês!
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Stéfano
