Adiar não é resolver!
Tento, mas não entendo! A pouco minutos recebi um e-mail da instituição de ensino que freqüento, informando o já esperado adiamento do retorno as aulas. O que enfureceu-me consideravelmente, e claro, me inspirou a redigir esse post.
Na mensagem trazida no e-mail, a coordenação da instituição diz que por querer demonstrar preocupação com seus alunos, está adiando o inicio das aulas por 7 dias. Cita-se ainda uma nota oficial da Secretaria do Estado de Saúde do Estado de São Paulo (órgão que não me lembro de ter ouvido falar antes da dita gripe), onde este órgão recomenda que escolas publicas e privadas adiem o retorno as aulas a fim de se prevenir a dissipação do vírus entre os estudantes.
Concordo redondamente, que tal ação “adiatória” vai adiar a propagação do vírus, entretanto, qual diferença fazem 7 ou 15 dias? Se passado esse período e retomadas as aulas o risco continuara presente entre os alunos?
Não seria essa uma forma de sustentar a postura do Governo Brasileiro em dizer que “Estamos preparados e estruturados para enfrentar uma epidemia da influenza A”? Afinal, se não houver um número exorbitante de contaminados o trabalho dos caras será muito, muito, muito menor…
Não sou cientista, médico ou biólogo para entender como funciona a transmissão e contaminação do e pelo vírus H1N1. Mas não posso deixar de considerar que não deixo de acordar todos os dias pela manhã e ir para meu trabalho, onde convivo com pessoas espirrando e tossindo em uma ambiente climatizado por um ar condicionado e com portas e janelas fechadas… cenário este muito comum em boa partes dos escritórios.
Qual a diferença?
O vírus não é transmitido em ambientes coorporativos?
Lembrando que, conforme a tal nota oficial, nosso genialíssimo governo está apenas seguindo as recomendações da OMS. “Mas não se preocupem, estaremos repondo as aulas aos finais de semana…”
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Lucas
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Jones Roza
